Ao conectar ferramentas, a diferença entre sugerir e agir ganha importância. Escrever uma mensagem não é enviá-la ao cliente; ler o estado do projeto não é mudá-lo.
Cada conexão do Sara Agent deve ser capacidade específica com responsabilidade clara, não acesso geral ao aplicativo inteiro.
Comece pela tarefa necessária
Defina a ação: ler relatório, preparar rascunho ou registrar pedido aprovado. Depois conecte ferramenta e permissão adequadas. Acesso amplo e excessivo não deve ser padrão.
A OWASP identifica capacidades, permissões e autonomia excessivas como riscos de Excessive Agency. A qualidade não deve ser medida apenas pela quantidade de ações. 1
A aprovação deve tratar da ação específica
No exemplo de mensagem, o usuário deve conhecer destinatário e texto. Permitir rascunho não autoriza automaticamente envio. Mudanças importantes após aprovação podem exigir nova revisão.
É um padrão proposto. Sua presença em um serviço depende da conexão ativa, política de acesso e implementação da implantação.
Informe o resultado da ferramenta, não uma suposição
Depois de uma ação, relate o resultado real. Preparado, enviado para execução e concluído com sucesso são estados diferentes. Se o resultado for incerto, não anuncie sucesso definitivo.
Considere prevenção de duplicatas em ações repetíveis. Uma resposta incompleta não deve levar a repetir a tarefa sem verificar o que ocorreu.
O critério é o usuário saber que autoridade delegou e o que aconteceu. Mais conexões valem quando responsabilidade, limites e resultados permanecem claros.












